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terça-feira, 30 de junho de 2009

As melhores declarações de amor (Cap. I).

Nas minhas cutucadas pelas nets da vida, encontrei um blog (esse aqui!) que me deu uma idéia... E essa foi de tal forma intensa que precisei vir imediatamente colocá-la em prática. Vou logo dizendo que quem não gosta de spoiler, não passe dessa introdução indispensável, pois apresento-lhes a nova série do Livros com coração...: As melhores declarações de amor.

Essas serão retiradas de livros e filmes ou podem ser músicas e poemas, que serão escolhidos por mim... Então, vocês podem concordar ou não. Sintam-se livres para comentar, ok?! Ah... e aceito indicações! Não colocarei as declarações em ordem classificatória (crescente ou decrescente), simplesmente atenderei aos apelos do coração, ou seja, achei linda, emocionante, divertida, triste, inusitada, poética e etc, publicarei aqui.

É isso! Sem mais delongas, vamos à primeira:


Johanna Lindsey - Até a Eternidade (e-book traduzido).
(Hasta la Eternidad / Until Forever)

"(...) Mas assim que abriu a porta, esse completo estranho a atraiu para seus braços e a beijou. Não esse tipo de beijo de saudação, se é que existia algo semelhante, mas sim um que dizia: "bem-vinda ao lar, senti sua falta como um louco", e que a Roseleen pareceu profundamente familiar.
Quando a soltou, e a depositou no chão – não se tinha dado conta de que a levantou no ar – a única coisa que queria era refugiar-se outra vez nos braços do homem. Nem lhe ocorreu esbofeteá-lo por seu atrevimento, pois esse beijo lhe foi extremamente familiar.
- Não lhe direi que lamento - disse o homem, com expressão séria e possessiva. - Espero que não pense que isto é um atrevimento mas sim, por algum motivo que não entendo, senti que tinha direito em beijá-la.
Roseleen sabia por que ela sentia que tinha esse direito, mas, e ele? Era preferível não comentá-lo sequer, portanto, limitou-se a assentir e trocou de assunto:
- Me esqueci de perguntar como terminou a história de amor do seu livro.
O homem riu:
- É obvio, meu herói não pôde ficar no Valhalla. Ali, só era um convidado do irmão, mas esse era um lugar para os mortos e ele ainda estava bem vivo. Então, Odín sentiu pena dele pois, na verdade, tinha o coração destroçado, e lhe permitiu escolher o tempo em que podia viver sua vida. Pode adivinhar que época escolheu.
Roseleen conseguiu sorrir.
- Oh, não sei. Tendo em conta o muito que gostava de brigar, a guerra...
- Mais a amava, Roseleen - disse o homem.
Olhou-a com tanta seriedade, com tal intensidade, que o coração da moça deu um salto.
- Faria algo para recuperá-la, embora tivesse que voltar a viver na época dela e esperar até chegar à idade em que ela o conheceu antes de poder encontrá-la e fazê-la sua outra vez.
- Isso foi o que fez?
- Oh, sim, e lhe pareceu que a espera valeu a pena. Não está de acordo?
Embora o sorriso do Roseleen tenha aparecido com lentidão, foi radiante. Não pensava perguntar-se como aconteceu. Talvez tenha vivido realmente esses sonhos e sua própria vida ficou, de algum jeito, alterada, assim pôde conservar lembranças dele depois de tê-lo afastado, coisa da qual sem dúvida devia ocupar-se Odín. Ou talvez tenha visto antes a este homem e a fantasia da história tinha ficado tão gravada em sua mente que se apaixonou por um sonho porque a enfermidade lhe fez acreditar que era real.
"Se estou de acordo?"
- Na realidade, penso que ela teria que passar o resto de sua vida compensando-o, por ter sido tão tola para acreditar que sabia o que era o melhor para ele.
O breve gesto de assentimento foi dolorosamente familiar:
- É uma opinião feminina. Não está mau. Terei que consultá-la para o final de meu próximo livro. Sorriu-lhe, com os olhos carregados de promessas.
- Entretanto, eu gosto da idéia de que ela o compense.
Roseleen arqueou uma sobrancelha.
- Não é assim como o terminou?
- Não, o fim que eu lhe dava foi bastante brusco. Se encontram outra vez, e ela o convida para jantar.
Roseleen captou a insinuação e riu:
- Falando nisso, você gostaria de vir jantar esta noite... para seguir falando do livro?
- Tome cuidado, Roseleen - advertiu, em tom brincalhão e sério também. - Uma vez que me convide, ficará difícil livrá-la de mim.
Como se quisesse livrar-se dele...! Não voltaria a cometer o mesmo erro, e lhe dirigiu um sorriso que dizia tudo. Tinha recuperado o seu viking, e não pensava perdê-lo outra vez.
"
E aí... O que acharam???? ;D

5 corações despertados:

Lilith disse...

Eu também adorei essa declaração... vou ficar de olho nas outras.
bjs

Bia disse...

Oie!
Que ótima iniciativa... vou me deliciar com essas lindas declarações. Essa foi um show à parte! Amei!

Bjs

La Sorcière disse...

Oi!! Seu blog é lindo!!!(nós temos os mesmo template!!rsrsrs!!)
Bj

Débora Lauton disse...

adorei... e que capa linda, eu tenho um fraco por elas... o livro até pode ser chatinho, mas se tiver uma capa deslumbrante eu fico doida...

beijos,
Dé...

Srta. Camilla disse...

Olá, meninas!!!

Que bom q vcs gostaram... É uma das minhas preferidas!
Claro que, quem tiver lido o livro, vai entender melhor e apreciá-la mais.

Bjim! ;)