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segunda-feira, 26 de abril de 2010

As melhores declarações de amor (Cap. XII).

Uma carta de amor sempre toca o coração... alguém pode negar que essa é uma das formas mais lindas de demonstrar um sentimento profundo? Capaz de transformar meras palavras na mais apaixonante poesia...



“Lady Alicia;

Desde sua primeira carta, fui cativado por sua inteligência e perspicácia. Desde nosso primeiro encontro, fui enfeitiçado por seus belos olhos e sua inegável graça.
Desde o primeiro dia, primeira hora, primeiro momento, tenho sido bombardeado por 'primeiros'. A primeira vez que a ouvi rir. A primeira vez que a fiz chorar. O primeiro gosto de seus lábios. A primeira carícia em sua pele. O primeiro sopro de calor num coração mantido por tempo demais no frio e na escuridão.
Não entendo como vivi tantos anos na mais completa solidão. Onde havia generosidade, eu via negligência. Onde havia confiança, via manipulação. Onde havia amor, eu procurava mentiras.
Tive o ouro do sol nas mãos e tratei-o como bronze. Com toda razão, você o tirou de mim... e levou-o para longe. Acreditei que eu me conhecia. Um homem realizado, com controle total de si e de todos que o cercavam. Mas eu era frio, tão frio que havia gelo dentro de mim.
Sua força e seu calor deixaram-se assustado, irritado, vulnerável. Eu temia que, ao me derreter no seu calor, não sobrasse nada de mim... no entanto, não posso me afastar de você. Como a mariposa que morre ao redor da chama de uma vela, não consigo ficar longe de você.
Com a sua vivacidade, você despertou em mim um novo homem. Um homem capaz de viver e florescer graças ao seu coração generoso.

Quero mais de você do que tenho direito. Mas você viverá melhor sem mim do que comigo. Por isso não pedirei nada. Só quero dizer-lhe que você me transformou. O mundo não me reconhecerá, pois não sou mais o mesmo homem de antes. O mundo ganhará mais com este novo homem, e estarei eternamente em débito com você.
Desejo que sua vida seja radiante e alegre como eternos verões e não a culpo por ter espantado o inverno que havia dentro de mim.

Adeus, Alicia, meu amor.

Seu para sempre;
Windham.”




Créditos:
* Imagem da capa - Disponível em:
http://www.skoob.com.br/livro/sobre/24273/Adoravel+Mentirosa/ADORAVEL_MENTIROSA

* Texto digitado pelos dedos indicadores dessa senhorita - Retirado de:
Clássicos Históricos 393, Celeste Bradley - Adorável Mentirosa.
(4º livro da série Royal Four).

É isso!
Até a próxima! :)

4 corações despertados:

Juliana Lira disse...

Que linco Cah

*Eu toda chorosa aqui* rsrsrs Preciso ler esse livro, precisooooooooo rsrsrsrs

Milhões de beijos

La Sorcière disse...

Hã????
"...e não a culpo por ter espantado o inverno que havia dentro de mim."
Como assim???
Eu também queroooooo...
Gente, que TUDO!

Fernanda disse...

Uoooou! Essa declaração foi mesmo linda... amei! :)

Bjs

Hérida Ruyz disse...

Eu li esse livroo!
Mas não resenhei p/ o blog, nem sei porquê. É tão lindinho.
Adorei o post.
Bjs